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Marta Suplicy se reaproxima de Lula para reforçar a campanha do presidenciável em 2022

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Marta Suplicy volta para os braços de Lula após um longo período de rompimento com o PT. Afastada da legenda, Marta chegou a se filiar no MDB de Michel Temer e, votou a favor do impeachment de Dilma em 2020. No entanto, a ex-prefeita de São Paulo nunca criticou o ex-presidente Lula, sendo solidária quando ele estava preso. Marte deve reforçar a campanha de Lula para presidente em 2022. Em seu Twitter, ela posta uma foto abraçada com Lula e escreve: “Momento de despedida da reunião com mulheres e Lula: 18/2/22” . A reunião que sela a reaproximação de Marta com o PT, aconteceu neste final de semana em um jantar na casa de Haddad e contou com as presenças de: Ana Estela, esposa do ex-prefeito, o empresário Márcio Toledo, marido de Marta, Rosangela da Silva (Janja), noiva de Lula, e do advogado Marco Aurélio de Carvalho entre outros.

A oposição suspeita da ida de Carluxo à Rússia sendo ele o suposto chefe do 'Gabinete do Ódio'

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Na Rússia estão os maiores especialistas em guerra digital suja, nas eleições. Isso é tudo que Bolsonaro precisa para tentar melar o processo eleitoral e justificar um golpe. A oposição suspeita da ida de Carlos Bolsonaro à Rússia em companhia do pai. O vereador não exerce nenhuma atividade no campo diplomático, mesmo assim, atua como um “representante” do Planalto. Apontado como suposto chefe do Gabinete do Ódio, Carluxo faz ataques sistemáticos a adversários políticos e ao sistema eleitoral brasileiro. O vereador carioca é suspeito de manter conversas com hackers especializados em disseminação de notícias falsas especialmente sobre as urnas eletrônicas. Os ataques sistemáticos às autoridades e ao sistema eleitoral, é uma clara demostração de desespero e certeza da iminente derrota nas urnas. Carlos Bolsonaro teve sua agenda preparada por ninguém menos que Tercio Arnaud, assessor especial da presidência e integrante do famigerado Gabinete do Ódio. Carluxo é o responsável pela

Não importa a cor ou nacionalidade, o discurso de ódio e culto a personalidade é a essência nazifascismo

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Tudo começa com o discurso de ódio e acusações infundadas, como, “estamos assim por causa deles”, seguido de uma agenda de costumes com objetivo de destruir a identidade cultural do outro e implantar a ideologia do “novo” baseado no velho. Foi assim na Alemanha nazista e assim será, não importa a nacionalidade, os métodos são os mesmos com base na Bíblia (João 8:44) e em nome de Deus , por mais absurda que pareça. “Deus está conosco", dizia as inscrições nos cintos dos soldados de Hitler, que acreditava que a sua luta contra os judeus era uma missão divina. Os cristãos de todos os tempos usaram a Bíblia para justificar seus crimes contra a humanidade em nome de Deus. Tudo começou quando o Império romano institucionalizou o cristianismo como religião oficial do estado, no século da EC. A partir de antão, judeus foram responsabilizados pela morte do “salvador”. Embora as coisas tenham mudado de lá para cá e judeus não sendo mais odiados por cristãos, mesmo não acreditando em

O país governado por uma seita de fanáticos capazes de tudo para se manter no poder

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Quando digo que estamos sendo governados por uma seita de fanáticos, tem gente que torce o bico. É inimaginável, um demente que quis fechar o Congresso, Supremo e ataca a imprensa, dizer que: “Estamos numa ditadura e nos próximos dias acontecerá algo que nos libertará”. O santo gado diz amém e dar glória a Deus! Será que o mequetrefe renunciará ou cometerá suicídio para não ter que encarará uma derrota esmagadora? O que será que essa mente doentia está planejando?

Por que o nazifascismo é o fetiche da direita e extrema-direita no Brasil?

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Após a repercussão das suas malditas palavras no Flow Podcast, que a Alemanha errou ao criminalizar o nazismo, Kim Kataguiri tentou se justificar nas suas redes sociais, dizendo que não defende apologia do nazismo, mas apenas é contra a criminalização. Entretanto, o membro do MBL que ajudou a eleger o então presidente da República, é a favor da criminalização dos movimentos que lutam por justiça social, como: MST E MTST. O mesmo parlamentar vive fazendo comparações entre nazismo e comunismo para atingir a esquerda, colocando-os no mesmo patamar de igualdade, o que é comum entre militantes de extrema-direita. Basta verificar o manifesto de cada ideologia e verá uma diferença abissal. Por outro lado, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), acionou o Conselho de Ética da Câmara contra o seu ex-colega. A verdadeira motivação do Dudu é atingir Sérgio Moro, ex-ministro da Justiça e hoje, adversário do seu pai. O próprio Eduardo Bolsonaro já foi alvo do Conselho de Ética por dizer que um

Sérgio Moro e o silêncio sobre a manifestação pro nazismo do seu correligionário

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Não é novidade que a seita bolsonarista é fundamentada no nazifascismo, com o mesmo modus operandi de iludir as massas. Isso ficou evidente logo no início do governo Bolsonaro. Em ano eleitoral as paixões que foram reprimidas vêm a tona com toda força! No desespero para atacar a esquerda, associando-a as ditaduras comunistas, a direita e extrema-direita chegam ao cúmulo de louvar o nazismo abertamente, como se fosse superior ao comunismo. Foi o que aconteceu com o Monark e kim kataguiri, no Flow Podcast. Diante da repercussão do caso envolvendo o nazismo, a direção do programa anunciou a demissão do apresentador por causa das falas em que ele defende a existência de um partido nazista no Brasil. No entanto, o que mais chamou a atenção foi o silêncio do Sérgio Moro, pre-candidato a presidência, sobre a opinião do seu correligionário .

Denisse Dias Rosas Ribeiro é a delegada federal temida por Jair Messias Bolsonaro

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O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, é acusado de ter divulgado em agosto do ano passado, a íntegra de um inquérito sigiloso da PF. O objetivo foi atacar e lançar dúvidas na segurança das urnas eletrônicas. Intimado por Moraes para a explicar o vazamento, o presidente faz contorcionismo para não encarar a poderosa delegada que chefia a investigação sobre os ataques às instituições democráticas. Denisse Dias Rosas Ribeiro foi escalada pelo ministro Alexandre de Moraes, para ouvir o presidente, hoje, 28, no entanto, não compareceu, o que configura descumprimento de ordem judicial. A delegada foi a responsável pela condução do Inquérito nº 4828, dos atos antidemocráticos que culminou na prisão do ex-deputado federal e presidente do PTB, Roberto Jefferson, por ameaças aos ministros do STF. Bolsonaro foge dela como o diabo foge da cruz. Denisse possui uma larga experiência na Polícia Federal. Foi a primeira mulher a integrar o Comando de Operações Táticas (COT), unidade

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