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O véio da Havan pula do barco e troca o bolsonarismo pelo lavajatismo

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O empresário Luciando Hang é um dos maiores aliados de Bolsonaro (sem partido), mas confessa se sente incomodado com a forma pejorativa que esse o rótulo é usado e ressalta que não concorda com tudo que o governo Bolsonaro faz. Essas observações são claros sinais de quem já decidiu abandonar o navio a deriva. Hang, já se ancorou em Sérgio Moro, a quem não poupa elogios pelas suas ações contra o PT; “Sem a operação Lava Jato, talvez o PT estivesse no poder até hoje. A Lava Jato mostrou as entranhas do poder, das estatais brasileiras, o quanto nós somos roubados diariamente”, diz o convertido em eleitor de Moro. O ex-bolsonarista avalia uma candidatura ao Senado pelo estado de Santa Catarina em 2022, no agrupamento do ex-juiz de Curitiba. O dono das lojas Havan afirmou que decidirá até abril se disputa a um cargo. Ele alega que há muitos “candidatos ruins” e que “não acreditam no capitalismo, no trabalho, na meritocracia como forma de crescimento”, afirmou o empresário. A verdade

Sara Winter é um arquivo vivo que faz revelações bombásticas a ISTO É

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A ex-ativista bolsonarista arrependida, revela que o que todos já sabiam; a orientação de atacar o STF partiu do Planalto e os discursos de ódio eram orientados pelos parlamentares bolsonaristas: Daniel Silveira (PTB-RJ), Carla Zambelli (PSL-SP), Sargento Fahur (PSL-PR) e Bia Kicis (PSL-DF). A revelação que era o general Heleno que orientava os ataques ao Supremo não nos deixa surpresos; era presumível, pois seu ódio pela Instituição guardiã do Estado Democrático de Direito, estava escancarado. Em entrevista à ISTO É, Winter, 29 anos, Sara não entende como há gente que ainda defende Bolsonaro, com todos os indícios de corrupção. Continue lendo ( aqui )

Deputado bolsonarista revela o preço da corrupção: ‘R$ 10 milhões para todo parlamentar’

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O deputado bolsonarista, Delegado Waldir, revela em matéria exclusiva do The Intercept, o valor pago a cada parlamentar do centrão para Artur Lira segurar os pedidos de impeachment do presidente Jair Messias Bolsonaro. Segundo Waldir, Lira e Pacheco controlam a distribuição de emendas extraordinárias, chamado de ‘orçamento secreto’, o que faz deles muito poderosos. O delegado ressaltou que os ministérios ficaram sem recursos após os presidentes da Câmara e Senado concentrarem tudo em suas mãos. Leia a matéria completa em Intercept .

Acabou para Allan dos Santos pedido de extradição chega aos Estados Unidos

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Confiante por ser “protegido” pelos filhos do presidente, o blogueiro Allan dos Santos desafiava e xingava o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, chegando ao cúmulo de compará-lo a um estuprador. A prisão do bolsonarista  miliciano digital   foi decretada há 4 samanas, no entanto, havia manobras para que não fosse cumprida. Coincidentemente, a delegada Silvia Amélia, chefe do setor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional (DRCI), responsável pela extradição do bolsonarista, foi demitida do cargo. Contudo, acabou para o fiel cão de guarda do clã bolsonaro, a ordem de para embarcá-lo para o xilindró já chegou ao governo americano.

Bolsonaristas das redes sociais parte com fúria para cima do candidato da Globo

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As eleições de 2022 será marcada por uma verdadeira guerra das milícias digitais entre Jair Bolsonaro e seu Rival, Sérgio Moro. Ambos possuem um grande “exercito” nas redes, prontos para os embates que seguirão até o próximo ano. A internet estará poluída de lixo eletrônico até lá. As milícias digitais de Bolsonaro já partiram para o ataque. Segundo o site  DCM , os bolsonaristas foram responsáveis pela maioria dos comentários sobre a filiação de Sérgio Moro ao Podemos. 49% das menções ao assunto no Twitter partiram de simpatizantes do presidente. 28% delas foram de apoiadores do ex-juiz. O ex-juiz conta com ativistas lavajatistas que lideram grupos de quase 3 milhões de seguidores nas redes sociais que participaram ativamente nos protestos pro Lava Jato e em apoio a Bolsonaro em 2018. Essa briga entre “criador e criatura”, beneficia o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode vencer em primeiro turno, com folga.

Vem aí uma nova avalanche de bolsonaristas para aparelhar o governo no ano eleitoral

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2022 será ano eleitoral e o presidente Jair Bolsonaro terá a oportunidade aparelhar o estado com uma avalanche bolsonarista em posições estratégicas. Isso será possível graças a aprovação pela Câmara no dia 8, de um aumento de quase 50% das vagas em cinco tribunais. Serão nomeados 75 desembargadores nos seis tribunais regionais federais do país. Após aparelhar os cargos chaves com militares, pastores, seus principais aliados, uma canetada dessa magnitude era tudo que o presidente queria. Está tudo dominado! A família está protegida e esses novos funcionários serão aguerridos cabos eleitorais do chefe. A boa notícia é que, mesmo usando a máquina estatal como fosse sua, as chances de reeleição serão remotas, com o seu ex-ministro da Justiça nos calcanhares para tirar votos dos insatisfeitos e que perdera a fé no fé “messias” dos evangélicos. Além disso, o ex-presidente Lula está no páreo com ampla vantagem nas pesquisas de intenções de votos.

A Lava Jato mostra a sua verdadeira face; a prisão de Lula fazia parte de um projeto político

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Deltan Martinazzo Dallagnol, procurador da República renunciou definitivamente ao seu cargo no Ministério Público, nesta quinta (4), para entrar na política. Provavelmente, dispute uma vaga à Câmara dos Deputados em 2022. Essa informação é de Eliane Cantanhêde no Estado de S.Paulo. A entrada de Dallagnol na política confirma o que já sabíamos desde o início; a prisão de Lula era o projeto político da Java Jato. A apresentação em Power Point em que colocava o ex-presidente Lula, líder absoluta nas pesquisas de intenções de votos, como “maestro de uma orquestra criminosa”, teve ampla cobertura da imprensa e foi decisivo nos resultados das eleições. Ficou evidente que Deltan Dallagnol não tencionava criminalizar apenas Lula, mas o partido criado por ele, como sendo uma “organização criminosa”. Os adversários políticos do ex-presidente vibravam  chamava o ex-juiz de "herói", porque os alvos eram políticos ligados a Lula e ao seu partido. No entanto, não havia provas;  “Não