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Bolsonaro é derrotado na MP para manter fake news na internet

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Robôs, perfis falsos de milícias digitais  bolsonaristas  continuam proliferando as redes. São perfis travestidos de policiais, criados para atacar e criminalizar a esquerda com fake news. Atrás deles estão parentes ou funcionários de políticos locais, que não querem se expôs em um debate aberto. É o caso de Henrique Santos , perfil do Facebook que usa a foto de Mario Maurício da Silva Pita Júnior, 34 anos, policial sergipano, falecido em maio, devido a covid-19. O verdadeiro dono do perfil é um baiano, que é policial lotado em Aracaju. O Marco Civil da Internet, oficialmente chamado de Lei n° 12 965/2014 , foi uma grande conquista para os brasileiros. O regulamento tem o propósito de estabelecer princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, além da determinação de diretrizes para a atuação do Estado. No entanto, Bolsonaro pretendia que essas regras deixassem de valer com a MP nº 1068, de 2021, editada à véspera do dia 7 de setembro, para que as fake

Bolsonaro parte para tudo ou nada e tenta ressuscitar a "facada" à véspera do dia 7

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  Há três anos, a Polícia Federal abriu dois inquéritos para investigar o ataque ao então candidato à presidência, Jair Bolsonaro Messias Bolsonaro. As investigações concluíram que Adélio agiu sozinho. Os sigilos telefônicos e bancários do agressor foram quebrados e nada foi encontrado de provas que o atentado contra Bolsonaro teve cúmplices ou mandantes. No entanto, o caso Adelio voltou à tona nas redes através de Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro, em sinal de desespero para tentar inflamar a manifestação marcada para amanhã, dia 7 de setembro.👇 Há 3 anos guardo imagens de meu pai caído num chão de um bar e de seu rosto perdendo a consciência diversas vezes após facada de ex-filiado ao PSOL, braço esquerdo do PT e alinhado da “terceira via”. Desde então, sigilos e fatos são obscuros. Quem mandou matar @jairbolsonaro ? pic.twitter.com/7RYqjdl52S — Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) September 6, 2021 Caso Adelio voltou à tona nas redes, então é importante lembrar: o inquérit

Escola "bolsonarista" suspende professora por criticar Bolsonaro e helicóptero sobrevoa com bandeira

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Há três anos, a Polícia Federal abriu dois inquéritos para investigar o ataque ao então candidato à presidência, Jair Bolsonaro Messias Bolsonaro. As investigações concluíram que Adélio agiu sozinho. Os sigilos telefônicos e bancários do agressor foram quebrados e nada foi encontrado de provas que o atentado contra Bolsonaro teve cúmplices ou mandantes. No entanto, o caso Adelio voltou à tona nas redes através de Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro, em sinal de desespero para tentar inflamar a manifestação marcada para amanhã, dia 7 de setembro.

A viagem de Lula pelo nordeste rachou a base de Bolsonaro na região.

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O governo não tem um plano de medidas urgentes para superar a crise econômica gerada pela pandemia da covid-19. O liberalismo de Paulo Guedes falhou e Bolsonaro gerou uma crise institucional sem precedentes no país. Diante do cenário caótico criado pelo presidente da república, a elite financeira desembarca do desgoverno. O ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva, encerrou na última quinta-feira, sua viagem de doze dias pelo nordeste; o primeiro estado visitado foi Pernambuco. A viagem de Lula com sua caravana pelos seis estados reacendeu esperança em um futuro melhor e rachou a base aliada de Bolsonaro na região, para desespero do presidente.Lula deixou a região com o apoio público de líderes locais como, por exemplo, as siglas: progressista, PSB e parte do MDB, graças a sua capacidade de conversar com divergentes. A habilidade política do ex-presidente rachou o Centrão, que já ensaia o desembarque do governo diante da iminente derrota, possivelmente no primeiro turno.As declarações