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TJ-RJ quebra sigilo telefônico de 11 ex-assessores de Carlos Bolsonaro

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  Desde que assumiu o governo, Jair Bolsonaro tem trabalhado para proteger seus filhos da justiça e se manter no poder a todo custo. Para tanto, recorreu ao aparelhamento do estado, substituindo delegados que estava a frente das investigações que apontavam sua família, influenciando nas ações da Polícia Federal e indicando bolsonaristas para o judiciário. Graças as medidas “preventivas” os processos de Flávio foram travados no Supremo por Kassio Nunes. É nele que o presidente deposita suas esperanças de salvar Carlos (Carluxo) da prisão. “Manda o processo pro Kassio, pô” disse Bolsonaro em uma das conversas. Carluxo foi citado como chefe da “organização criminosa” que confiscava parte dos salários dos assessores e da nomeação de “funcionários fantasmas”. Uma prática ilegal iniciada por Jair Bolsonaro, então deputado, e sua ex-esposa, Ana Cristina Siqueira Valle. A liderança do “negócio” teria passado para o Fávio que foi sucedido por Carlos. Marcello Rubioli, juiz do TJ-RJ (Tribunal de

O descarte do terrivelmente evangélico para vaga do Supremo

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Após chutar o seu principal cabo eleitoral, ex-juiz Sérgio Moro, que aguardava ansiosamente ser indicado para o Supremo, Bolsonaro anunciava que a sonhada vaga de ministro do STF seria ocupada por um terrivelmente evangélico. André Mendonça ocupou o cargo de ministro da Justiça deixado por Moro, na certeza de ser indicado para ocupar a vaga de Marco Aurélio Mello. Trabalhou intensamente para isso “como servo do profeta”. Para agradar o chefe, chegou até mesmo fazer valer a lei de segurança nacional do tempo ditadura para perseguir críticos do governo, enquanto poupava os filhos do presidente. Atuação de André Mendonça como ministro da Justiça foi de um reles bajulador e não convenceu a maioria dos congressistas, que dificilmente passará pela sabatina . Diante desse cenário desfavorável, a indicação do pupilo do presidente está parado no Senado há dois meses. Por outro lado, Augusto Aras foi colocado em banho-maria, sem ser reconduzindo a PGR. Para o site OAntagonista , isso seria u

Bolsonaro parte para tudo ou nada e tenta ressuscitar a "facada" à véspera do dia 7

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  Há três anos, a Polícia Federal abriu dois inquéritos para investigar o ataque ao então candidato à presidência, Jair Bolsonaro Messias Bolsonaro. As investigações concluíram que Adélio agiu sozinho. Os sigilos telefônicos e bancários do agressor foram quebrados e nada foi encontrado de provas que o atentado contra Bolsonaro teve cúmplices ou mandantes. No entanto, o caso Adelio voltou à tona nas redes através de Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro, em sinal de desespero para tentar inflamar a manifestação marcada para amanhã, dia 7 de setembro.👇 Há 3 anos guardo imagens de meu pai caído num chão de um bar e de seu rosto perdendo a consciência diversas vezes após facada de ex-filiado ao PSOL, braço esquerdo do PT e alinhado da “terceira via”. Desde então, sigilos e fatos são obscuros. Quem mandou matar @jairbolsonaro ? pic.twitter.com/7RYqjdl52S — Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) September 6, 2021 Caso Adelio voltou à tona nas redes, então é importante lembrar: o inquérit

O inventor da “rachadinha” e os herdeiros do esquema criminoso do clã

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As investigações tiveram início somente em meados de 2018 quando o Conselho de Controle Atividades Financeiras (Coaf), identificou movimentações suspeitas na conta de Queiroz, assessor e homem de confiança de Flávio Bolsonaro. Esse dinheiro ( 2,7 milhões de reais) era proveniente do confisco de parte dos salários de funcionários do então deputado, na Alerj. Segundo a investigação, somente Flávio Bolsonaro movimentou cerca de R$ 2,3 milhões, lavados na loja de chocolates e em imóveis. Tratava-se apenas da ponta de um gigantesco ‘iceberg’ de um esquema iniciado pelo patriarca da família, hoje presidente. Segundo um ex-funcionário, o dinheiro era de funcionários fantasmas e de alguns que trabalhavam; até a babá do Renan, filho mais novo do presidente, teria sido usada no esquema. Leia a matéria completa em Metrópoles.

Carluxo mais perto da cadeia após a quebra dos sigilos bancários e fiscais pela justiça do Rio

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Após dois anos do levantamento feito pelo MP sobre a possibilidade de um esquema de “rachadinha” envolvendo Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o vereador finalmente teve seus sigilos bancários e fiscais quebrados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Os supostos crimes (fake news, reachadinhas e ligações com milícias) do clã já estão sendo apurados. A família bolsonaro, formada por políticos de carreira, é acusada de enriquecer com confisco de parte dos salários de seus assessores de gabinetes, ao longo dos anos. O processo das chamadas rachadinhas contra o senador Flávio Bolsonaro (Patriota), voltou a tramitar, mas a defesa do deputado conseguiu o adiamento do julgamento, mas Eduardo e o Carluxo estão mais perto da cadeia.