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Mostrando postagens com o rótulo Justiça

Acabou para Allan dos Santos pedido de extradição chega aos Estados Unidos

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Confiante por ser “protegido” pelos filhos do presidente, o blogueiro Allan dos Santos desafiava e xingava o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, chegando ao cúmulo de compará-lo a um estuprador. A prisão do bolsonarista  miliciano digital   foi decretada há 4 samanas, no entanto, havia manobras para que não fosse cumprida. Coincidentemente, a delegada Silvia Amélia, chefe do setor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional (DRCI), responsável pela extradição do bolsonarista, foi demitida do cargo. Contudo, acabou para o fiel cão de guarda do clã bolsonaro, a ordem de para embarcá-lo para o xilindró já chegou ao governo americano.

A Lava Jato mostra a sua verdadeira face; a prisão de Lula fazia parte de um projeto político

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Deltan Martinazzo Dallagnol, procurador da República renunciou definitivamente ao seu cargo no Ministério Público, nesta quinta (4), para entrar na política. Provavelmente, dispute uma vaga à Câmara dos Deputados em 2022. Essa informação é de Eliane Cantanhêde no Estado de S.Paulo. A entrada de Dallagnol na política confirma o que já sabíamos desde o início; a prisão de Lula era o projeto político da Java Jato. A apresentação em Power Point em que colocava o ex-presidente Lula, líder absoluta nas pesquisas de intenções de votos, como “maestro de uma orquestra criminosa”, teve ampla cobertura da imprensa e foi decisivo nos resultados das eleições. Ficou evidente que Deltan Dallagnol não tencionava criminalizar apenas Lula, mas o partido criado por ele, como sendo uma “organização criminosa”. Os adversários políticos do ex-presidente vibravam  chamava o ex-juiz de "herói", porque os alvos eram políticos ligados a Lula e ao seu partido. No entanto, não havia provas;  “Não

Alexandre de Moraes decretará novas prisões de bolsonaristas até o final do ano; quem será o próximo?

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  Alexandre de Moraes decretará novas prisões de bolsonaristas até o final do ano, publicou o jornalista Guilherme Amado, no Metrópolis . As prisões de mais extremistas será um duro golpe nas pretensões de Bolsonaro, que pretende usar as milícias digitais em 2022. Bolsonaro e seus filhos ficam em silêncio diante do pedindo de prisão de Allan dos Santos, a figura do “front” mais próxima do clã. O blogueiro é o responsável por fomentar teorias conspiratórias que alimentam os delírios antidemocráticos e anticomunistas da extrema-direita. Seguramente, o propagador oficial das fake news bolsonarista, será mais um que será abandonado, assim como os demais que perderam o prazo de validade. Essa prisão de Allan dos Santos tirou o sono do Carluxo, apontado como cabeça do “gabinete do ódio” e com grandes chances de ser o próximo da fila.

O terrivelmente evangélico permanecerá na geladeira até Bolsonaro indicar outro nome

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  Apesar de protestos e pressões dos pastores, Silas Malafaia, Marco Feliciano e do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, o terrivelmente evangélico, André Mendonça, permanecerá na geladeira até surgir outro nome. Lewandowski rejeitou pedido para obrigar Alcolumbre a marcar sabatina de Mendonça. O mandado de segurança foi apresentado pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru (Podemos-GO), em meados de setembro, após várias tentativas para que Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, através do presidente do Senado marcasse a sabatina com o candidato a vaga no Supremo. A vaga no STF foi uma garantia de Bolsonaro, após chutar o seu principal cabo eleitoral, ex-juiz Sérgio Moro, que aguardava ansiosamente ser indicado para o Supremo, conforme acordo firmado antes das eleições de 2018. No entanto, Bolsonaro estava com o rabo preso aos evangélicos por promessas de campanha e anunciava que a sonhada vaga de ministro do STF seria ocupada por um terrivel

Sociedade da Morte: dinheiro acima de tudo e poder acima de todos

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  Havia um pacto macabro entre o gabinete paralelo da Saúde e a Prevent Senior, alinhado ao Ministério da Economia, segundo a advogada Bruna Morato, representante de médicos que trabalharam na empresa. Tratava-se de experimentos com cobaias humanas expostas ao vírus para que o país não parasse durante a pandemia e propagasse o tratamento precoce como a tábua da salvação para diminuir custos. Caso desse certo, seria uma revolução na medicina, conforme declarações em áudio dos envolvidos. O pacto funcionava como uma “ sociedade secreta ” ao estilo do Terceiro Reich, com slogan nazista e a exigência de lealdade servil dos funcionários, que eram obrigados a cantar o  hino da empresa com a mão no peito . A “sociedade da Morte” tinha como lema o dinheiro acima de tudo e poder acima de todos. Caso o “kit covid” não funcionasse, a diminuição do oxigênio era a solução final para que o paciente morresse e leitos fossem desocupados. “Óbito também é alta”, frase de dirigentes da Prevent Senio

TJ-RJ quebra sigilo telefônico de 11 ex-assessores de Carlos Bolsonaro

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  Desde que assumiu o governo, Jair Bolsonaro tem trabalhado para proteger seus filhos da justiça e se manter no poder a todo custo. Para tanto, recorreu ao aparelhamento do estado, substituindo delegados que estava a frente das investigações que apontavam sua família, influenciando nas ações da Polícia Federal e indicando bolsonaristas para o judiciário. Graças as medidas “preventivas” os processos de Flávio foram travados no Supremo por Kassio Nunes. É nele que o presidente deposita suas esperanças de salvar Carlos (Carluxo) da prisão. “Manda o processo pro Kassio, pô” disse Bolsonaro em uma das conversas. Carluxo foi citado como chefe da “organização criminosa” que confiscava parte dos salários dos assessores e da nomeação de “funcionários fantasmas”. Uma prática ilegal iniciada por Jair Bolsonaro, então deputado, e sua ex-esposa, Ana Cristina Siqueira Valle. A liderança do “negócio” teria passado para o Fávio que foi sucedido por Carlos. Marcello Rubioli, juiz do TJ-RJ (Tribunal de

O descarte do terrivelmente evangélico para vaga do Supremo

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Após chutar o seu principal cabo eleitoral, ex-juiz Sérgio Moro, que aguardava ansiosamente ser indicado para o Supremo, Bolsonaro anunciava que a sonhada vaga de ministro do STF seria ocupada por um terrivelmente evangélico. André Mendonça ocupou o cargo de ministro da Justiça deixado por Moro, na certeza de ser indicado para ocupar a vaga de Marco Aurélio Mello. Trabalhou intensamente para isso “como servo do profeta”. Para agradar o chefe, chegou até mesmo fazer valer a lei de segurança nacional do tempo ditadura para perseguir críticos do governo, enquanto poupava os filhos do presidente. Atuação de André Mendonça como ministro da Justiça foi de um reles bajulador e não convenceu a maioria dos congressistas, que dificilmente passará pela sabatina . Diante desse cenário desfavorável, a indicação do pupilo do presidente está parado no Senado há dois meses. Por outro lado, Augusto Aras foi colocado em banho-maria, sem ser reconduzindo a PGR. Para o site OAntagonista , isso seria u

Bolsonaro parte para tudo ou nada e tenta ressuscitar a "facada" à véspera do dia 7

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  Há três anos, a Polícia Federal abriu dois inquéritos para investigar o ataque ao então candidato à presidência, Jair Bolsonaro Messias Bolsonaro. As investigações concluíram que Adélio agiu sozinho. Os sigilos telefônicos e bancários do agressor foram quebrados e nada foi encontrado de provas que o atentado contra Bolsonaro teve cúmplices ou mandantes. No entanto, o caso Adelio voltou à tona nas redes através de Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro, em sinal de desespero para tentar inflamar a manifestação marcada para amanhã, dia 7 de setembro.👇 Há 3 anos guardo imagens de meu pai caído num chão de um bar e de seu rosto perdendo a consciência diversas vezes após facada de ex-filiado ao PSOL, braço esquerdo do PT e alinhado da “terceira via”. Desde então, sigilos e fatos são obscuros. Quem mandou matar @jairbolsonaro ? pic.twitter.com/7RYqjdl52S — Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) September 6, 2021 Caso Adelio voltou à tona nas redes, então é importante lembrar: o inquérit

O inventor da “rachadinha” e os herdeiros do esquema criminoso do clã

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As investigações tiveram início somente em meados de 2018 quando o Conselho de Controle Atividades Financeiras (Coaf), identificou movimentações suspeitas na conta de Queiroz, assessor e homem de confiança de Flávio Bolsonaro. Esse dinheiro ( 2,7 milhões de reais) era proveniente do confisco de parte dos salários de funcionários do então deputado, na Alerj. Segundo a investigação, somente Flávio Bolsonaro movimentou cerca de R$ 2,3 milhões, lavados na loja de chocolates e em imóveis. Tratava-se apenas da ponta de um gigantesco ‘iceberg’ de um esquema iniciado pelo patriarca da família, hoje presidente. Segundo um ex-funcionário, o dinheiro era de funcionários fantasmas e de alguns que trabalhavam; até a babá do Renan, filho mais novo do presidente, teria sido usada no esquema. Leia a matéria completa em Metrópoles.

Carluxo mais perto da cadeia após a quebra dos sigilos bancários e fiscais pela justiça do Rio

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Após dois anos do levantamento feito pelo MP sobre a possibilidade de um esquema de “rachadinha” envolvendo Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o vereador finalmente teve seus sigilos bancários e fiscais quebrados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Os supostos crimes (fake news, reachadinhas e ligações com milícias) do clã já estão sendo apurados. A família bolsonaro, formada por políticos de carreira, é acusada de enriquecer com confisco de parte dos salários de seus assessores de gabinetes, ao longo dos anos. O processo das chamadas rachadinhas contra o senador Flávio Bolsonaro (Patriota), voltou a tramitar, mas a defesa do deputado conseguiu o adiamento do julgamento, mas Eduardo e o Carluxo estão mais perto da cadeia.