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Mostrando postagens com o rótulo Corrupção

Cai o ministro que autorizou uso de sua imagem em exemplares da Bíblia e recebeu pastores lobistas

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, deixa o cargo em meio a denúncias envolvendo tráfico de influência de pastores de um suposto “gabinete paralelo. Os envolvidos cobravam propinas a prefeitos para facilitar liberação verbas da Educação. As propinas eram cobradas em espécie, barras de ouro e até distribuição de Bíblias. Ribeiro admitiu nessa segunda-feira (28) que autorizou a reprodução de sua imagem em exemplares da Bíblia . Diante da repercussão na impressa e redes sociais, a bancada evangélica pressionou e exigiu a demissão do ministro para evitar mais desgastes na campanha de reeleição do presidente Jair Messias Bolsonaro. A publicação das bíblias com a imagem do ministro e dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura foi revelada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O surgimento desses novos fatos envolvendo o ministro de Educação contribuíram para sua saída do cargo. A corrupção no governo Bolsonaro será amplamente explorada pela oposição durante o período eleitoral.

Novo diretor da PF decide trocar comando de setor que investiga Bolsonaro

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Um dos motivos alegados pelo ex-ministro da Justiça e presidenciável Sérgio Moro para romper com Bolsonaro, foi a interferência na Polícia Federal para proteger parentes e aliados. O presidente trocou de delegados quatro vezes. A primeira substituição foi quando Moro pediu demissão. Maurício Valeixo, Indicado pelo então ministro Sérgio Moro, ficou no cargo de janeiro de 2019 até abril de 2020, substituído por Rolando de Souza, substituído por Paulo Maiurino. Márcio Nunes, foi nomeado nesta sexta (25), no novo diretor da PF. Nunes, fará mudanças na Dicor , Diretoria de Combate ao Crime Organizado e à Corrupção, uma das áreas mais sensíveis da polícia. É uma divisão vinculada a equipe encarregada dos inquéritos de políticos que estão no cargo, inclusive o presidente da República. Não é difícil imaginar que o real motivo é o período eleitoral.

Tribunal de Contas da União delega à PGR bloqueio imediato de bens de Moro

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O ex-juiz de Curitiba, julgado parcial na condenação de Lula, é suspeito de enriquecimento ilícito após deixar o Ministério da Justiça do governo Bolsonaro e ser contratado pela Alvarez e Marsal. Moro, teria recebido valores de empresas que ele julgou, condenou e avalizou acordos de leniência. O TCU suspeita que as empresas que ele julgou como juiz tenham abastecido cofres da banca que ele integrou como advogado. Apesar de alegar sempre não ter havido conflito de interesse e que nunca atuou para as empresas que julgou, o ministro Bruno Dantas afirma que os fatos precisam ser apurados porque a empresa de advocacia não esclareceu devidamente se pagou Moro por serviços prestados para empreiteiras julgadas na Lava Jato. A Alvarez & Marsal recebeu cerca de R$ 40 milhões de empresas condenadas na Lava Jato, sendo R$ 1 milhão por mês da Odebrecht e Ativos (antiga agroindustrial), R$150 mil da Galvão Engenharia, R$ 97 mil da OAS e R$ 115 mil mensais do Estaleiro Enseada. O ministro c

Senador petista não segue o partido, vota a favor de Bolsonaro e revolta a esquerda

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O youtuber e empresário, Felipe Neto, que se revelou grande ativista em defesa da democracia e no combate ao fascismo, não conteve o seu descontentamento com o voto do senado Rogério Carvalho, o único parlamentar da oposição a votar favorável a Bolsonaro e seus aliados. No Twitter, o influencer publicou: Prezado @SenadorRogerio, estamos aguardando a explicação do senhor para o voto covarde e inaceitável a favor do “Orçamento Secreto”. Seu voto virou o jogo. E vcs, @PTbrasil? Alguma coerência nisso? Vergonha… — FelipeNeto (@felipeneto) November 30, 2021 O orçamento secreto foi descoberto no início de maio pelo jornal Estado de S. Paulo, que teve acesso a documentos que revelavam como o governo federal disponibilizou R$ 3 bilhões em um “orçamento paralelo” através do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). A falta de transparência de como essa verba será distribuído é um artifício para acobertar a compra de votos parlamentar; o famoso “Toma Lá, Dá Cá”. A oposição bateu de

Sara Winter é um arquivo vivo que faz revelações bombásticas a ISTO É

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A ex-ativista bolsonarista arrependida, revela que o que todos já sabiam; a orientação de atacar o STF partiu do Planalto e os discursos de ódio eram orientados pelos parlamentares bolsonaristas: Daniel Silveira (PTB-RJ), Carla Zambelli (PSL-SP), Sargento Fahur (PSL-PR) e Bia Kicis (PSL-DF). A revelação que era o general Heleno que orientava os ataques ao Supremo não nos deixa surpresos; era presumível, pois seu ódio pela Instituição guardiã do Estado Democrático de Direito, estava escancarado. Em entrevista à ISTO É, Winter, 29 anos, Sara não entende como há gente que ainda defende Bolsonaro, com todos os indícios de corrupção. Continue lendo ( aqui )

Deputado bolsonarista revela o preço da corrupção: ‘R$ 10 milhões para todo parlamentar’

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O deputado bolsonarista, Delegado Waldir, revela em matéria exclusiva do The Intercept, o valor pago a cada parlamentar do centrão para Artur Lira segurar os pedidos de impeachment do presidente Jair Messias Bolsonaro. Segundo Waldir, Lira e Pacheco controlam a distribuição de emendas extraordinárias, chamado de ‘orçamento secreto’, o que faz deles muito poderosos. O delegado ressaltou que os ministérios ficaram sem recursos após os presidentes da Câmara e Senado concentrarem tudo em suas mãos. Leia a matéria completa em Intercept .

A velha mídia tentar inflar Moro como o candidato da sonhada "terceira via" da direita

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A turma do “nem Lula, nem Bolsonaro” aposta todas as fichas em Moro, ex-super juiz e ex-super ministro da extrema direita que ganhou fama por perseguir Lula e tirá-lo da disputa presidencial com acusações sem provas. As últimas pesquisas mostram Moro com 8% . O ex-juiz já aparece na frente de Ciro Gomes, João Doria e Mandetta. A candidatura do ex-juiz para presidente está sendo articulada pelo Podemos e os grupos: “Brasil Consciente” e o “Movimento Grita!”, além é claro, da velha mídia . No entanto, Moro sabe que, sem a toga de juiz seria massacrado em um eventual debate contra o Lula livre e inocentado das suas acusações, enquanto ele, ao contrário, condenado como juiz parcial. O homem que sempre violou o sistema acusatório para prejudicar adversários políticos, insiste no lema “Contra o sistema de corrupção”, com apoio de acusados de corrupção, como: O senador Álvaro Dias , do Podemos e Cássio Taniguchi . A sua pauta de campanha não atende os anseios populares. Por isso, mira

Deputado que espalhou fake news contra a urnas eletrônicas é cassado e se torno inelegível por oito anos

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   TSE cassa deputado bolsonarista por difundir fake news no Facebook durante votação em 2018. O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, finalizou o placar em 6x1, que também deixa Deputado Estadual Fernando Francischini inelegível por 8 anos. O parlamentar cassado havia usado lives nas redes sociais para promover agressões infundadas contra a democracia e o sistema eletrônico de votação durante as eleições em que foi eleito. A mentira de Francischini rendeu uma auditoria pública no TRE do Paraná, que finalmente negou a impugnação de urnas em que teria havido a tal fraude. A cassação do delegado PF licenciado, deputado Fernando Francischini (PSL-PR), norteará futuros julgamentos contra as campanhas de desinformação (de fake news)  nas redes sociais . É o primeiro precedente da Corte a incluir as redes sociais no conceito de meios de comunicação com base no artigo 22 da Lei Complementar64/1990 . O uso  indevido dos meios de comunicação social  por políticos e autoridades configur

Sociedade da Morte: dinheiro acima de tudo e poder acima de todos

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  Havia um pacto macabro entre o gabinete paralelo da Saúde e a Prevent Senior, alinhado ao Ministério da Economia, segundo a advogada Bruna Morato, representante de médicos que trabalharam na empresa. Tratava-se de experimentos com cobaias humanas expostas ao vírus para que o país não parasse durante a pandemia e propagasse o tratamento precoce como a tábua da salvação para diminuir custos. Caso desse certo, seria uma revolução na medicina, conforme declarações em áudio dos envolvidos. O pacto funcionava como uma “ sociedade secreta ” ao estilo do Terceiro Reich, com slogan nazista e a exigência de lealdade servil dos funcionários, que eram obrigados a cantar o  hino da empresa com a mão no peito . A “sociedade da Morte” tinha como lema o dinheiro acima de tudo e poder acima de todos. Caso o “kit covid” não funcionasse, a diminuição do oxigênio era a solução final para que o paciente morresse e leitos fossem desocupados. “Óbito também é alta”, frase de dirigentes da Prevent Senio

TJ-RJ quebra sigilo telefônico de 11 ex-assessores de Carlos Bolsonaro

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  Desde que assumiu o governo, Jair Bolsonaro tem trabalhado para proteger seus filhos da justiça e se manter no poder a todo custo. Para tanto, recorreu ao aparelhamento do estado, substituindo delegados que estava a frente das investigações que apontavam sua família, influenciando nas ações da Polícia Federal e indicando bolsonaristas para o judiciário. Graças as medidas “preventivas” os processos de Flávio foram travados no Supremo por Kassio Nunes. É nele que o presidente deposita suas esperanças de salvar Carlos (Carluxo) da prisão. “Manda o processo pro Kassio, pô” disse Bolsonaro em uma das conversas. Carluxo foi citado como chefe da “organização criminosa” que confiscava parte dos salários dos assessores e da nomeação de “funcionários fantasmas”. Uma prática ilegal iniciada por Jair Bolsonaro, então deputado, e sua ex-esposa, Ana Cristina Siqueira Valle. A liderança do “negócio” teria passado para o Fávio que foi sucedido por Carlos. Marcello Rubioli, juiz do TJ-RJ (Tribunal de

O inventor da “rachadinha” e os herdeiros do esquema criminoso do clã

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As investigações tiveram início somente em meados de 2018 quando o Conselho de Controle Atividades Financeiras (Coaf), identificou movimentações suspeitas na conta de Queiroz, assessor e homem de confiança de Flávio Bolsonaro. Esse dinheiro ( 2,7 milhões de reais) era proveniente do confisco de parte dos salários de funcionários do então deputado, na Alerj. Segundo a investigação, somente Flávio Bolsonaro movimentou cerca de R$ 2,3 milhões, lavados na loja de chocolates e em imóveis. Tratava-se apenas da ponta de um gigantesco ‘iceberg’ de um esquema iniciado pelo patriarca da família, hoje presidente. Segundo um ex-funcionário, o dinheiro era de funcionários fantasmas e de alguns que trabalhavam; até a babá do Renan, filho mais novo do presidente, teria sido usada no esquema. Leia a matéria completa em Metrópoles.

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