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Bolsonaro parte para tudo ou nada e tenta ressuscitar a "facada" à véspera do dia 7

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  Há três anos, a Polícia Federal abriu dois inquéritos para investigar o ataque ao então candidato à presidência, Jair Bolsonaro Messias Bolsonaro. As investigações concluíram que Adélio agiu sozinho. Os sigilos telefônicos e bancários do agressor foram quebrados e nada foi encontrado de provas que o atentado contra Bolsonaro teve cúmplices ou mandantes. No entanto, o caso Adelio voltou à tona nas redes através de Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro, em sinal de desespero para tentar inflamar a manifestação marcada para amanhã, dia 7 de setembro.👇 Há 3 anos guardo imagens de meu pai caído num chão de um bar e de seu rosto perdendo a consciência diversas vezes após facada de ex-filiado ao PSOL, braço esquerdo do PT e alinhado da “terceira via”. Desde então, sigilos e fatos são obscuros. Quem mandou matar @jairbolsonaro ? pic.twitter.com/7RYqjdl52S — Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) September 6, 2021 Caso Adelio voltou à tona nas redes, então é importante lembrar: o inquérit

O inventor da “rachadinha” e os herdeiros do esquema criminoso do clã

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As investigações tiveram início somente em meados de 2018 quando o Conselho de Controle Atividades Financeiras (Coaf), identificou movimentações suspeitas na conta de Queiroz, assessor e homem de confiança de Flávio Bolsonaro. Esse dinheiro ( 2,7 milhões de reais) era proveniente do confisco de parte dos salários de funcionários do então deputado, na Alerj. Segundo a investigação, somente Flávio Bolsonaro movimentou cerca de R$ 2,3 milhões, lavados na loja de chocolates e em imóveis. Tratava-se apenas da ponta de um gigantesco ‘iceberg’ de um esquema iniciado pelo patriarca da família, hoje presidente. Segundo um ex-funcionário, o dinheiro era de funcionários fantasmas e de alguns que trabalhavam; até a babá do Renan, filho mais novo do presidente, teria sido usada no esquema. Leia a matéria completa em Metrópoles.

Escola "bolsonarista" suspende professora por criticar Bolsonaro e helicóptero sobrevoa com bandeira

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Há três anos, a Polícia Federal abriu dois inquéritos para investigar o ataque ao então candidato à presidência, Jair Bolsonaro Messias Bolsonaro. As investigações concluíram que Adélio agiu sozinho. Os sigilos telefônicos e bancários do agressor foram quebrados e nada foi encontrado de provas que o atentado contra Bolsonaro teve cúmplices ou mandantes. No entanto, o caso Adelio voltou à tona nas redes através de Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro, em sinal de desespero para tentar inflamar a manifestação marcada para amanhã, dia 7 de setembro.

Carluxo mais perto da cadeia após a quebra dos sigilos bancários e fiscais pela justiça do Rio

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Após dois anos do levantamento feito pelo MP sobre a possibilidade de um esquema de “rachadinha” envolvendo Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o vereador finalmente teve seus sigilos bancários e fiscais quebrados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Os supostos crimes (fake news, reachadinhas e ligações com milícias) do clã já estão sendo apurados. A família bolsonaro, formada por políticos de carreira, é acusada de enriquecer com confisco de parte dos salários de seus assessores de gabinetes, ao longo dos anos. O processo das chamadas rachadinhas contra o senador Flávio Bolsonaro (Patriota), voltou a tramitar, mas a defesa do deputado conseguiu o adiamento do julgamento, mas Eduardo e o Carluxo estão mais perto da cadeia.

A elite financeira brasileira se decepciona com Bolsonaro e se afasta do governo

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A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e Febraban (Federação Brasileira de Bancos), cobraram serenidade, estabilidade institucional e, sobretudo, foco em ações e medidas urgentes e necessárias para que o Brasil supere a pandemia. A pressão da elite financeira exigindo ações do governo para que o país volte a crescer, gerar empregos para poder reduzir as carências sociais que atingem amplos segmentos da população, não agradou o governo. Em retaliação, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica são desvinculadas da Federação Brasileira de Bancos. O tempo fecha para Bolsonaro.

A viagem de Lula pelo nordeste rachou a base de Bolsonaro na região.

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O governo não tem um plano de medidas urgentes para superar a crise econômica gerada pela pandemia da covid-19. O liberalismo de Paulo Guedes falhou e Bolsonaro gerou uma crise institucional sem precedentes no país. Diante do cenário caótico criado pelo presidente da república, a elite financeira desembarca do desgoverno. O ex-presidente Luiz Inácio Lula Silva, encerrou na última quinta-feira, sua viagem de doze dias pelo nordeste; o primeiro estado visitado foi Pernambuco. A viagem de Lula com sua caravana pelos seis estados reacendeu esperança em um futuro melhor e rachou a base aliada de Bolsonaro na região, para desespero do presidente.Lula deixou a região com o apoio público de líderes locais como, por exemplo, as siglas: progressista, PSB e parte do MDB, graças a sua capacidade de conversar com divergentes. A habilidade política do ex-presidente rachou o Centrão, que já ensaia o desembarque do governo diante da iminente derrota, possivelmente no primeiro turno.As declarações