O véio da Havan pula do barco e troca o bolsonarismo pelo lavajatismo

O empresário Luciando Hang é um dos maiores aliados de Bolsonaro (sem partido), mas confessa se sente incomodado com a forma pejorativa que esse o rótulo é usado e ressalta que não concorda com tudo que o governo Bolsonaro faz. Essas observações são claros sinais de quem já decidiu abandonar o navio a deriva.

Hang, já se ancorou em Sérgio Moro, a quem não poupa elogios pelas suas ações contra o PT; “Sem a operação Lava Jato, talvez o PT estivesse no poder até hoje. A Lava Jato mostrou as entranhas do poder, das estatais brasileiras, o quanto nós somos roubados diariamente”, diz o convertido em eleitor de Moro.

O ex-bolsonarista avalia uma candidatura ao Senado pelo estado de Santa Catarina em 2022, no agrupamento do ex-juiz de Curitiba. O dono das lojas Havan afirmou que decidirá até abril se disputa a um cargo. Ele alega que há muitos “candidatos ruins” e que “não acreditam no capitalismo, no trabalho, na meritocracia como forma de crescimento”, afirmou o empresário.

A verdade é que o presidente está cada vez mais isolado e sua chance de reeleição é Zero. O Centrão que estará sempre do lado do vencedor sabe disso. O agrupamento que ainda apoia o governo a custa do “orçamento secreto”, não submergirá abraçado a Bolsonaro, que pode ser preso após deixar o cargo que lhe garante imunidade.

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