O terrivelmente evangélico permanecerá na geladeira até Bolsonaro indicar outro nome

 

Apesar de protestos e pressões dos pastores, Silas Malafaia, Marco Feliciano e do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, o terrivelmente evangélico, André Mendonça, permanecerá na geladeira até surgir outro nome. Lewandowski rejeitou pedido para obrigar Alcolumbre a marcar sabatina de Mendonça.

O mandado de segurança foi apresentado pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru (Podemos-GO), em meados de setembro, após várias tentativas para que Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, através do presidente do Senado marcasse a sabatina com o candidato a vaga no Supremo.

A vaga no STF foi uma garantia de Bolsonaro, após chutar o seu principal cabo eleitoral, ex-juiz Sérgio Moro, que aguardava ansiosamente ser indicado para o Supremo, conforme acordo firmado antes das eleições de 2018. No entanto, Bolsonaro estava com o rabo preso aos evangélicos por promessas de campanha e anunciava que a sonhada vaga de ministro do STF seria ocupada por um terrivelmente evangélico. André Mendonça ocupou o cargo de ministro da Justiça deixado por Moro e trabalhou intensamente para isso, “como servo do profeta”. 

Para agradar o chefe, chegou até mesmo fazer valer a lei de segurança nacional do tempo ditadura para perseguir críticos do governo, enquanto poupava os filhos do presidente. Atuação de André Mendonça como ministro da Justiça foi de um reles bajulador e não convenceu a maioria dos congressistas e Alcolumbre decidiu deixá-lo na geladeira.

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