Sociedade da Morte: dinheiro acima de tudo e poder acima de todos

 

Havia um pacto macabro entre o gabinete paralelo da Saúde e a Prevent Senior, alinhado ao Ministério da Economia, segundo a advogada Bruna Morato, representante de médicos que trabalharam na empresa.

Tratava-se de experimentos com cobaias humanas expostas ao vírus para que o país não parasse durante a pandemia e propagasse o tratamento precoce como a tábua da salvação para diminuir custos. Caso desse certo, seria uma revolução na medicina, conforme declarações em áudio dos envolvidos.

O pacto funcionava como uma “sociedade secreta” ao estilo do Terceiro Reich, com slogan nazista e a exigência de lealdade servil dos funcionários, que eram obrigados a cantar o hino da empresa com a mão no peito. A “sociedade da Morte” tinha como lema o dinheiro acima de tudo e poder acima de todos.

Caso o “kit covid” não funcionasse, a diminuição do oxigênio era a solução final para que o paciente morresse e leitos fossem desocupados. “Óbito também é alta”, frase de dirigentes da Prevent Senior, segundo relatou Bruna Morato, hoje, 28/09, na CPI.

O principal garoto-propaganda da cloroquina era ninguém menos que o presidente da República, candidato a messias da pretendida teocracia evangélica. A Prevent Senior e o governo Bolsonaro foram sócios em um programa da morte, como ficou comprovado pela CPI e reforçado com o bombástico depoimento da advogada dos profissionais de saúde.

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