Sem votos para o segundo turno a "terceira via" concentra ataques contra Lula e esquece Bolsonaro

 

A terceira via acredita em um segundo turno contra Lula, que já se tornou alvos dos ataques que precedem as eleições de 2022; Bolsonaro é deixado de lado. Enquanto isso, o ex-juiz Sérgio Moro corre por fora acreditando numa pesquisa interna do Podemos.

Pouco importa a destruição do Brasil pela extrema, para a elite, o principal inimigo será sempre um líder popular. No entanto, a terceira via tem poucas chances de emplacar um candidato no segundo torno, pois saíram do mesmo balaio do golpismo e tiveram coparticipação na eleição do atual presidente. Depositam as esperanças na possível cassação da chapa Bolsonaro/Mourão.

Não seremos surpreendidos se optarem por apoiar Bolsonaro sob o verniz da “neutralidade”, caso fiquem fora do segundo turno; que o diga Ciro Gomes, por experiência. O elitismo é a única coisa que unem os políticos de direita e extrema-direita, que ancorados na religião legitima o “direito divino” de que a classe dominante foi escolhida por Deus governar sobre os demais povos.

No entanto, esse direito sustentando pelo cristianismo perdeu a validade com a queda da Bastilha, dando lugar a razão e ao humanismo que fez florescer a ciência e a vontade de transformar a sociedade. A terceira via não está preocupada com a democracia, mas com os próprios interesses.

Integraram as forças do profeta da maldade e levantaram a bandeira com o slogan: “O Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”, que prometia excluir de negros, índios, LGBTs e asiáticos, sobretudo, chineses, nossos maiores parceiros comerciais. O brasileiro consciente sabe que a união dos políticos da centro-direita contra Bolsonaro é temporária e mudará conforme ventos favoráveis.

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