O descarte do terrivelmente evangélico para vaga do Supremo

Após chutar o seu principal cabo eleitoral, ex-juiz Sérgio Moro, que aguardava ansiosamente ser indicado para o Supremo, Bolsonaro anunciava que a sonhada vaga de ministro do STF seria ocupada por um terrivelmente evangélico. André Mendonça ocupou o cargo de ministro da Justiça deixado por Moro, na certeza de ser indicado para ocupar a vaga de Marco Aurélio Mello.

Trabalhou intensamente para isso “como servo do profeta”. Para agradar o chefe, chegou até mesmo fazer valer a lei de segurança nacional do tempo ditadura para perseguir críticos do governo, enquanto poupava os filhos do presidente. Atuação de André Mendonça como ministro da Justiça foi de um reles bajulador e não convenceu a maioria dos congressistas, que dificilmente passará pela sabatina.

Diante desse cenário desfavorável, a indicação do pupilo do presidente está parado no Senado há dois meses. Por outro lado, Augusto Aras foi colocado em banho-maria, sem ser reconduzindo a PGR. Para o site OAntagonista, isso seria um indicativo de que Mendonça será descartado e Aras será a opção sem resistência do Congresso.

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