A elite financeira brasileira se decepciona com Bolsonaro e se afasta do governo



A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e Febraban (Federação Brasileira de Bancos), cobraram serenidade, estabilidade institucional e, sobretudo, foco em ações e medidas urgentes e necessárias para que o Brasil supere a pandemia.

A pressão da elite financeira exigindo ações do governo para que o país volte a crescer, gerar empregos para poder reduzir as carências sociais que atingem amplos segmentos da população, não agradou o governo. Em retaliação, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica são desvinculadas da Federação Brasileira de Bancos. O tempo fecha para Bolsonaro.

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