Postagens

Sem votos para o segundo turno a "terceira via" concentra ataques contra Lula e esquece Bolsonaro

Imagem
  A terceira via acredita em um segundo turno contra Lula, que já se tornou alvos dos ataques que precedem as eleições de 2022; Bolsonaro é deixado de lado. Enquanto isso, o ex-juiz Sérgio Moro corre por fora acreditando numa pesquisa interna do Podemos. Pouco importa a destruição do Brasil pela extrema, para a elite, o principal inimigo será sempre um líder popular. No entanto, a terceira via tem poucas chances de emplacar um candidato no segundo torno, pois saíram do mesmo balaio do golpismo e tiveram coparticipação na eleição do atual presidente. Depositam as esperanças na possível cassação da chapa Bolsonaro/Mourão. Não seremos surpreendidos se optarem por apoiar Bolsonaro sob o verniz da “neutralidade”, caso fiquem fora do segundo turno; que o diga Ciro Gomes, por experiência. O elitismo é a única coisa que unem os políticos de direita e extrema-direita, que ancorados na religião legitima o “direito divino” de que a classe dominante foi escolhida por Deus governar sobre os demais

TJ-RJ quebra sigilo telefônico de 11 ex-assessores de Carlos Bolsonaro

Imagem
  Desde que assumiu o governo, Jair Bolsonaro tem trabalhado para proteger seus filhos da justiça e se manter no poder a todo custo. Para tanto, recorreu ao aparelhamento do estado, substituindo delegados que estava a frente das investigações que apontavam sua família, influenciando nas ações da Polícia Federal e indicando bolsonaristas para o judiciário. Graças as medidas “preventivas” os processos de Flávio foram travados no Supremo por Kassio Nunes. É nele que o presidente deposita suas esperanças de salvar Carlos (Carluxo) da prisão. “Manda o processo pro Kassio, pô” disse Bolsonaro em uma das conversas. Carluxo foi citado como chefe da “organização criminosa” que confiscava parte dos salários dos assessores e da nomeação de “funcionários fantasmas”. Uma prática ilegal iniciada por Jair Bolsonaro, então deputado, e sua ex-esposa, Ana Cristina Siqueira Valle. A liderança do “negócio” teria passado para o Fávio que foi sucedido por Carlos. Marcello Rubioli, juiz do TJ-RJ (Tribunal de

O MTST inicia uma onda de protestos contra a desigualdade social no país

Imagem
  A fome e a desigualdade social tem sido um agravante no governo Bolsonaro e foi motivo de um protesto inédito na cidade de São Paulo. A B3, sede da Bolsa de Valores brasileira foi ocupada pelo MTST em protesto contra desemprego e inflação. Em tempos de crise, banqueiros, bilionários e rentistas ficam mais ricos enquanto o povo sofre com a fome e o desemprego. O local do ato foi escolhido porque as ações das grandes empresas estiveram em alta em contraste com o aumento da miséria entre a população de baixa renda. "É inadmissível que quase 100 milhões de brasileiros estejam em situação de fome e insegurança alimentar enquanto os bilionários movimentam R$ 35 bilhões por dia só aqui na bolsa", afirmou Débora Pereira, liderança do MTST ( Movimento dos Trabalhadores Sem Teto ).

O descarte do terrivelmente evangélico para vaga do Supremo

Imagem
Após chutar o seu principal cabo eleitoral, ex-juiz Sérgio Moro, que aguardava ansiosamente ser indicado para o Supremo, Bolsonaro anunciava que a sonhada vaga de ministro do STF seria ocupada por um terrivelmente evangélico. André Mendonça ocupou o cargo de ministro da Justiça deixado por Moro, na certeza de ser indicado para ocupar a vaga de Marco Aurélio Mello. Trabalhou intensamente para isso “como servo do profeta”. Para agradar o chefe, chegou até mesmo fazer valer a lei de segurança nacional do tempo ditadura para perseguir críticos do governo, enquanto poupava os filhos do presidente. Atuação de André Mendonça como ministro da Justiça foi de um reles bajulador e não convenceu a maioria dos congressistas, que dificilmente passará pela sabatina . Diante desse cenário desfavorável, a indicação do pupilo do presidente está parado no Senado há dois meses. Por outro lado, Augusto Aras foi colocado em banho-maria, sem ser reconduzindo a PGR. Para o site OAntagonista , isso seria u

Bolsonaro é derrotado na MP para manter fake news na internet

Imagem
Robôs, perfis falsos de milícias digitais  bolsonaristas  continuam proliferando as redes. São perfis travestidos de policiais, criados para atacar e criminalizar a esquerda com fake news. Atrás deles estão parentes ou funcionários de políticos locais, que não querem se expôs em um debate aberto. É o caso de Henrique Santos , perfil do Facebook que usa a foto de Mario Maurício da Silva Pita Júnior, 34 anos, policial sergipano, falecido em maio, devido a covid-19. O verdadeiro dono do perfil é um baiano, que é policial lotado em Aracaju. O Marco Civil da Internet, oficialmente chamado de Lei n° 12 965/2014 , foi uma grande conquista para os brasileiros. O regulamento tem o propósito de estabelecer princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, além da determinação de diretrizes para a atuação do Estado. No entanto, Bolsonaro pretendia que essas regras deixassem de valer com a MP nº 1068, de 2021, editada à véspera do dia 7 de setembro, para que as fake

Bolsonaro parte para tudo ou nada e tenta ressuscitar a "facada" à véspera do dia 7

Imagem
  Há três anos, a Polícia Federal abriu dois inquéritos para investigar o ataque ao então candidato à presidência, Jair Bolsonaro Messias Bolsonaro. As investigações concluíram que Adélio agiu sozinho. Os sigilos telefônicos e bancários do agressor foram quebrados e nada foi encontrado de provas que o atentado contra Bolsonaro teve cúmplices ou mandantes. No entanto, o caso Adelio voltou à tona nas redes através de Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro, em sinal de desespero para tentar inflamar a manifestação marcada para amanhã, dia 7 de setembro.👇 Há 3 anos guardo imagens de meu pai caído num chão de um bar e de seu rosto perdendo a consciência diversas vezes após facada de ex-filiado ao PSOL, braço esquerdo do PT e alinhado da “terceira via”. Desde então, sigilos e fatos são obscuros. Quem mandou matar @jairbolsonaro ? pic.twitter.com/7RYqjdl52S — Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) September 6, 2021 Caso Adelio voltou à tona nas redes, então é importante lembrar: o inquérit

O inventor da “rachadinha” e os herdeiros do esquema criminoso do clã

Imagem
As investigações tiveram início somente em meados de 2018 quando o Conselho de Controle Atividades Financeiras (Coaf), identificou movimentações suspeitas na conta de Queiroz, assessor e homem de confiança de Flávio Bolsonaro. Esse dinheiro ( 2,7 milhões de reais) era proveniente do confisco de parte dos salários de funcionários do então deputado, na Alerj. Segundo a investigação, somente Flávio Bolsonaro movimentou cerca de R$ 2,3 milhões, lavados na loja de chocolates e em imóveis. Tratava-se apenas da ponta de um gigantesco ‘iceberg’ de um esquema iniciado pelo patriarca da família, hoje presidente. Segundo um ex-funcionário, o dinheiro era de funcionários fantasmas e de alguns que trabalhavam; até a babá do Renan, filho mais novo do presidente, teria sido usada no esquema. Leia a matéria completa em Metrópoles.