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Senador petista não segue o partido, vota a favor de Bolsonaro e revolta a esquerda

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O youtuber e empresário, Felipe Neto, que se revelou grande ativista em defesa da democracia e no combate ao fascismo, não conteve o seu descontentamento com o voto do senado Rogério Carvalho, o único parlamentar da oposição a votar favorável a Bolsonaro e seus aliados. No Twitter, o influencer publicou: Prezado @SenadorRogerio, estamos aguardando a explicação do senhor para o voto covarde e inaceitável a favor do “Orçamento Secreto”. Seu voto virou o jogo. E vcs, @PTbrasil? Alguma coerência nisso? Vergonha… — FelipeNeto (@felipeneto) November 30, 2021 O orçamento secreto foi descoberto no início de maio pelo jornal Estado de S. Paulo, que teve acesso a documentos que revelavam como o governo federal disponibilizou R$ 3 bilhões em um “orçamento paralelo” através do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). A falta de transparência de como essa verba será distribuído é um artifício para acobertar a compra de votos parlamentar; o famoso “Toma Lá, Dá Cá”. A oposição bateu de

A tendência é que os fanáticos permaneçam com o mito e a elite migre para o 'justiceiro'

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A desaprovação de Bolsonaro é o menor desde o início do seu mandato. 65% dos entrevistados afirmaram ter uma imagem negativa do mandatário da nação e apenas 19% classificam a administração como ótima ou boa, segundo nova pesquisa Atlas , divulgada nesta segunda-feira (29). Essa queda brusca de popularidade se deve a entrada do seu ex-ministro da Justiça na disputa eleitoral. Atualmente, o ex-juiz já é a maior ameaça ao ninho bolsonarista, que teme ficar fora do segundo turno. O "gabinete do ódio” já está na linha de frente contra Moro, que conta com a grande mídia para atacar o ex-presidente Lula. O ex-juiz de Curitiba acolherá os desiludidos com o mito, incapaz impor a sonhada ditadura para perseguir a esquerda. Portanto, trocam o ditador pelo justiceiro na esperança que ele faça o que presidente não conseguiu concretizar, perseguir a esquerda,  como fez quando estava à frente da Lava Jato .  Aliás, o ex-ministro já foi uma espécie de “Super Man” pela elite. Dessa vez será o

Suplente de Flávio abandona o barco bolsonarismo e pula para o lavajatismo de Moro

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O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro, Sérgio Moro, acolherá os náufragos do Titanic bolsonarista a deriva. Aliás, o ex-juiz de Curitiba já foi uma espécie de “Super Man” dessa turma. Dessa vez será o porto onde os botes salva-vidas aportarão. Segundo o colunista Guilherme Amado, Leonardo Rodrigues (Patriota-RJ), estará se filiando ao Podemos para se candidatar a deputado federal em 2022. Rodrigues, é o segundo suplente do Senado Federal, ao lado do senador eleito Flávio Bolsonaro. O ex-bolsonarista já foi acusado de receber propina , quando era secretário estadual de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro no governo de Wilson Witzel. Atualmente, o ex-juiz já é a maior ameaça ao ninho bolsonarista, que teme ficar fora do segundo turno com a candidatura do ex-ministro. As reações já começaram com ataques como: comunista !

Lula mantém liderança enquanto Bolsonaro perde votos para Moro; Ciro encolhe e desaparece das redes

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), candidato a reeleição, continua com os piores índices de aprovação e Moro nos seus calcanhares ganhando os votos de bolsonaristas arrependidos. Enquanto isso, Ciro Gomes encolhe e deixa de ser comentado nas redes sociais. Ciro já teve dias melhores quando estava sendo cotado como um possível vice de Lula. Uma indicação que teve o apoio de todo a esquerda, que considerava uma chapa imbatível.  Contudo, ele nunca foi de esquerda e decidiu adotar a tática da direita, contra Lula. Arrogante e eloquente no discurso, Ciro Gomes confiou na lábia ao concentrar seus ataques no favorito nas intenções de votos. Cometeu o erro de relacionar Lula à Prevent Senior, foco da investigação da CPI da Covid naquele período.  Essa agressão revoltou a esquerda, dividiu o PDT e causou a reação da  presidente do PT,  Gleisi gleisi Hoffmann, que disse: “Que fim de carreira’'.  Essa fake news contra Lula deixou o candidato a presidente pelo PDT ainda mais isolado e

O véio da Havan pula do barco e troca o bolsonarismo pelo lavajatismo

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O empresário Luciando Hang é um dos maiores aliados de Bolsonaro (sem partido), mas confessa se sente incomodado com a forma pejorativa que esse o rótulo é usado e ressalta que não concorda com tudo que o governo Bolsonaro faz. Essas observações são claros sinais de quem já decidiu abandonar o navio a deriva. Hang, já se ancorou em Sérgio Moro, a quem não poupa elogios pelas suas ações contra o PT; “Sem a operação Lava Jato, talvez o PT estivesse no poder até hoje. A Lava Jato mostrou as entranhas do poder, das estatais brasileiras, o quanto nós somos roubados diariamente”, diz o convertido em eleitor de Moro. O ex-bolsonarista avalia uma candidatura ao Senado pelo estado de Santa Catarina em 2022, no agrupamento do ex-juiz de Curitiba. O dono das lojas Havan afirmou que decidirá até abril se disputa a um cargo. Ele alega que há muitos “candidatos ruins” e que “não acreditam no capitalismo, no trabalho, na meritocracia como forma de crescimento”, afirmou o empresário. A verdade

Sara Winter é um arquivo vivo que faz revelações bombásticas a ISTO É

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A ex-ativista bolsonarista arrependida, revela que o que todos já sabiam; a orientação de atacar o STF partiu do Planalto e os discursos de ódio eram orientados pelos parlamentares bolsonaristas: Daniel Silveira (PTB-RJ), Carla Zambelli (PSL-SP), Sargento Fahur (PSL-PR) e Bia Kicis (PSL-DF). A revelação que era o general Heleno que orientava os ataques ao Supremo não nos deixa surpresos; era presumível, pois seu ódio pela Instituição guardiã do Estado Democrático de Direito, estava escancarado. Em entrevista à ISTO É, Winter, 29 anos, Sara não entende como há gente que ainda defende Bolsonaro, com todos os indícios de corrupção. Continue lendo ( aqui )

Deputado bolsonarista revela o preço da corrupção: ‘R$ 10 milhões para todo parlamentar’

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O deputado bolsonarista, Delegado Waldir, revela em matéria exclusiva do The Intercept, o valor pago a cada parlamentar do centrão para Artur Lira segurar os pedidos de impeachment do presidente Jair Messias Bolsonaro. Segundo Waldir, Lira e Pacheco controlam a distribuição de emendas extraordinárias, chamado de ‘orçamento secreto’, o que faz deles muito poderosos. O delegado ressaltou que os ministérios ficaram sem recursos após os presidentes da Câmara e Senado concentrarem tudo em suas mãos. Leia a matéria completa em Intercept .